São octetos! É o que sinto
nos versos um, dois e quinto.
No terceiro e quarto
o quinteto é farto
Num A-A-B-B-A faminto.
Zé tem pela tia muito mimo
e nela o que não falta é tino
dum guri, na praça,
a velha achou graça
e Zé ganhou mais um primo.
João e sua namorada
vivem num conto de fada.
Será provisório,
ou vai ter casório?
Aí não respondem é nada.
quarta. 26.dez.2007
O peixe de tão comovido
soltou um grito dolorido:
- É aquele pato!
Que é muito chato!
Gritou. Mas ninguém deu ouvido.
Os jovens de Guararema
já conheciam o esquema:
pulavam o muro,
entravam no escuro,
aí não pagavam o cinema.
Em Belém ninguém o detém:
queria limpar todo o trém.
Com força de aço
dissera: Eu faço!
No fim não fez... E tudo bem.
O menino de Cabrobró
chorava tanto que dava dó.
- Porque tanto chora?
- Queria uma amora.
Mas só tinha chá de cipó.
quinta. 27.dez.2007
nos versos um, dois e quinto.
No terceiro e quarto
o quinteto é farto
Num A-A-B-B-A faminto.
Zé tem pela tia muito mimo
e nela o que não falta é tino
dum guri, na praça,
a velha achou graça
e Zé ganhou mais um primo.
João e sua namorada
vivem num conto de fada.
Será provisório,
ou vai ter casório?
Aí não respondem é nada.
quarta. 26.dez.2007
O peixe de tão comovido
soltou um grito dolorido:
- É aquele pato!
Que é muito chato!
Gritou. Mas ninguém deu ouvido.
Os jovens de Guararema
já conheciam o esquema:
pulavam o muro,
entravam no escuro,
aí não pagavam o cinema.
Em Belém ninguém o detém:
queria limpar todo o trém.
Com força de aço
dissera: Eu faço!
No fim não fez... E tudo bem.
O menino de Cabrobró
chorava tanto que dava dó.
- Porque tanto chora?
- Queria uma amora.
Mas só tinha chá de cipó.
quinta. 27.dez.2007
Nenhum comentário:
Postar um comentário